
O protetor solar deixou de ser apenas um item de praia e passou a ser um dos pilares da saúde da pele. Hoje, sabemos que a radiação solar está diretamente relacionada ao envelhecimento precoce, manchas, flacidez e ao câncer de pele — inclusive em dias nublados ou dentro de ambientes fechados com luz natural.
Mais do que olhar apenas o FPS (que deve ser maior que 30 sempre) é importante entender a proteção contra os raios UVA, responsáveis pelos danos profundos e cumulativos. Fórmulas mais modernas combinam filtros de amplo espectro, ativos antioxidantes e texturas mais leves, facilitando o uso diário e a reaplicação.
Outro ponto essencial é a quantidade correta e a regularidade: o melhor protetor é aquele que você usa todos os dias, adaptado ao seu tipo de pele. Peles oleosas, sensíveis ou com tendência à acne exigem escolhas específicas.
Proteger a pele do sol é um cuidado contínuo, preventivo e indispensável — e deve fazer parte da sua rotina, não apenas das férias.
Escrito por:
Médico formado pela USP, com especialização em Dermatologia e Cirurgia Dermatológica pela UNIFESP. Atua com foco em tratamentos baseados em ciência e naturalidade.








