Ácido hialurônico: o que é, tipos e quando usar

O ácido hialurônico virou estrela dos cuidados com a pele, mas ele não está só nos cremes: já existe naturalmente na nossa pele, fazendo parte do “recheio” que dá viço, firmeza e hidratação. Com o envelhecimento (ou em peles com barreira fragilizada), essa molécula vai sendo perdida, a pele resseca, perde elasticidade e fica com aspecto mais opaco.

O que ele faz?

O ácido hialurônico é uma molécula que atrai e retém água, ajudando a manter a pele:

  • Mais hidratada
  • Com aparência mais viçosa
  • Com menos aspecto “craquelado”

Por isso ele é tão usado em produtos e procedimentos ligados a rejuvenescimento.

Principais formas de uso

1. Ácido hialurônico em cremes e séruns

Foco principal: hidratação.

Melhora barreira cutânea, diminui ressecamento e deixa a pele com aparência mais bonita. Ajuda no envelhecimento saudável, mas não faz “milagre antidade” como muitas propagandas sugerem.

2. Skinboosters (ácido hialurônico injetável para hidratação)

São aplicações superficiais de ácido hialurônico bem fluido, com a função de hidratar em camadas mais profundas e melhorar textura e viço, sem objetivo de volumizar.

3. Preenchimento com ácido hialurônico (volumização)

Aqui o objetivo é repor volume e estrutura do rosto: contorno, região malar, olheiras, bochechas etc. A escolha do produto (mais durinho ou mais fofinho) depende da área tratada. Quando bem indicado, devolve naturalidade, não exagero.

Combinação com tecnologias

Em muitos protocolos, o ácido hialurônico é usado junto com lasers, radiofrequência e microagulhamento, aproveitando a abertura de microcanais na pele para fazer drug delivery e potencializar hidratação e qualidade de pele, sempre com critérios de segurança.

A melhor escolha é sempre individual, feita pelo dermatologista, de acordo com a necessidade da sua pele.

Dra. Isabelle Wu

Dra. Isabelle Wu

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